Mesma janela exata nos três anos: 1º de abril a 19 de junho. Não é ano cheio contra ano parcial. Junho está parado no dia 19 porque 2026 é o mês corrente, então 2024 e 2025 também foram cortados em 19/jun. Comparação maçã com maçã, dia a dia.
Tirar a média pode esconder o estrago. Então olhamos só o melhor de cada ano, dentro da mesma janela: o mês mais forte, a campanha que mais faturou, a que mais vendeu. Mesmo no auge, 2026 perde para 2024 e 2025 em todas as pontas.
O mesmo recorte aberto por mês, cada mês com os três anos lado a lado. Barras mostram o ROAS só da mídia de venda; ao lado, vendas e custo por ingresso de cada ano. Abril e junho derrubaram; maio segurou.
Leitura do especialista de mídia paga, sempre dentro da janela 1 abr a 19 jun.
O melhor mês de 2026 entregou 24,3x. Em 2024 e 2025, o melhor mês passava de 34x, e até a média do trimestre 2024 (32x) supera o pico de 2026.
Em 2024, a campanha do Renato Albani faturou R$ 91 mil sozinha. A maior de 2026 (Gabriel & Shirley) fez R$ 48 mil, quase metade do teto.
A campanha que mais vendeu caiu de 318 ingressos (Renato Albani, 2024) para 150 (Ludmilla, 2026), menos da metade no melhor caso.
Abril era o mês mais forte da gestão anterior (34,7x em 2024). Em 2026 virou o pior (11,8x), exatamente o mês da troca de agência.
42% do orçamento de junho/2026 foi para engajamento e tráfego (ROAS de 0,1x a 2,6x). Antes, essa verba ia direto para campanhas de venda de 30x ou mais.
Maio/2026 provou que dá: 24,3x na mídia de venda, acima de maio/2025. A casa converte. O que mudou foi a mão que opera e para onde a verba é direcionada.